Dentro do que pertenço,
meu pressentimento,
é que tenho pretenso
pertencimento
ao silêncio
Não o silêncio mudo das turbas
o silêncio sem desejo
Mas o silêncio do descanso
das vígulas,
que desencadeiam
o prosseguimento
O meu silêncio
é sempre sinal de continuidade
É pausa
nunca parada
É paragem
não a estação
Penso que pertenço ao silêncio
mesmo havendo em mim
todo o barulho
meu pressentimento,
é que tenho pretenso
pertencimento
ao silêncio
Não o silêncio mudo das turbas
o silêncio sem desejo
Mas o silêncio do descanso
das vígulas,
que desencadeiam
o prosseguimento
O meu silêncio
é sempre sinal de continuidade
É pausa
nunca parada
É paragem
não a estação
Penso que pertenço ao silêncio
mesmo havendo em mim
todo o barulho
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